segunda-feira, 12 de abril de 2010

Ilegais.

Desse jeito vão saber de nós dois, dessa nossa vida. E será uma maldade veloz, malignas línguas. Nossos corpos não conseguem ter paz em uma distância. Nossos olhos são dengosos demais que não se consolam, clamam fugazes. Olhos que se entregam, ilegais. Eu só sei que eu quero você pertinho de mim. Eu quero você, dentro de mim. Eu quero você, em cima de mim. Eu quero você! Desse jeito vão saber de nós dois, dessa nossa farra... E será uma maldade voraz, pura hipocrisia. Nossos corpos não conseguem ter paz em uma distância...

sábado, 3 de abril de 2010

Pensamentos soltos.

Traduzidos em palavras, pra que você possa entender o que eu também não entendo. Amar não é ter que ter sempre certeza. É aceitar que ninguém é perfeito prá ninguém. É poder ser você mesmo e não precisar fingir. É tentar esquecer e não conseguir fugir.

Agora o que vamos fazer? Eu também não sei. Afinal, será que amar é mesmo tudo? Se isso não é amor, o que mais pode ser? Tô aprendendo também!

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

And I lost my head.

The thought of all the stupid things I'd said. And I never meant to cause you trouble. I never meant to do you wrong. And ah, well, if I ever caused you trouble, oh, no, I never meant to do you harm.

I'm sorry.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Assim.

Eu simplesmente não tenho o direito. Saiba.

Por toda a minha vida.

Eu sei que vou te amar, por toda a minha vida eu vou te amar. Em cada despedida eu vou te amar. Desesperadamente, eu sei que vou te amar. E cada verso meu será pra te dizer que eu sempre vou te amar, por toda a minha vida. Eu sei que vou chorar, a cada ausência tua eu vou chorar. Mas cada volta tua há de apagar o que esta ausência tua me causou. Eu sei que vou sofrer a eterna desventura de viver à espera de viver ao lado teu... Por toda a minha vida.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Sangria desatada.

Paixão e Liberdade não se aprendem

[...] Pra mim, sangria desatada é desesperar-se e sair fazendo coisas sem pensar nas consequências, só para fazer logo ou para ficar livre. [...]

É, sangria desatada é a impaciência em si. Ansiedade. E eu quero que isso suma. Que isso acabe logo de uma vez. Esses pensamentos, essas preocupações. Essa angústia. Mas ainda não encontrei algo que faça essa sangria desatada parar, e eu continuo nessa, perdida sem rumo. Em busca de um remédio que não existe.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Crazy.

Enquanto a chuva molha meu rosto, ela esconde a minha lágrima que insiste em encontrar o chão. Enquanto o frio toma o meu corpo, eu aprendi sem a gramática que a saudade não tem tradução. Eu preciso tanto de você. O seu amor é o que me faz crescer, e conhece como a própria mão cada medo do meu coração. Hoje eu pensei tanto em nós duas que não podia deixar pra depois. E eu vim aqui só pra dizer que eu sou louca por você.