segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

And I lost my head.

The thought of all the stupid things I'd said. And I never meant to cause you trouble. I never meant to do you wrong. And ah, well, if I ever caused you trouble, oh, no, I never meant to do you harm.

I'm sorry.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Assim.

Eu simplesmente não tenho o direito. Saiba.

Por toda a minha vida.

Eu sei que vou te amar, por toda a minha vida eu vou te amar. Em cada despedida eu vou te amar. Desesperadamente, eu sei que vou te amar. E cada verso meu será pra te dizer que eu sempre vou te amar, por toda a minha vida. Eu sei que vou chorar, a cada ausência tua eu vou chorar. Mas cada volta tua há de apagar o que esta ausência tua me causou. Eu sei que vou sofrer a eterna desventura de viver à espera de viver ao lado teu... Por toda a minha vida.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Sangria desatada.

Paixão e Liberdade não se aprendem

[...] Pra mim, sangria desatada é desesperar-se e sair fazendo coisas sem pensar nas consequências, só para fazer logo ou para ficar livre. [...]

É, sangria desatada é a impaciência em si. Ansiedade. E eu quero que isso suma. Que isso acabe logo de uma vez. Esses pensamentos, essas preocupações. Essa angústia. Mas ainda não encontrei algo que faça essa sangria desatada parar, e eu continuo nessa, perdida sem rumo. Em busca de um remédio que não existe.